Introdução

Cada vez mais existe uma hype sobre tecnologia e programação. O mundo está sendo consumido por computadores em diferentes formas e ampliado pela conectividade, especialmente com o advento do 5G e iniciativas como o Starlink do Elon Musk. Durante a pandemia e talvez um novo modelo econômico mundial, profissões do mundo digital se provaram resilientes e adaptáveis, trazendo ainda mais interesse por essas profissões, uma delas sendo a programação.

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Em meio a demandas corporativas de ter mais programadores no mundo para atender as necessidades da constante digitalização que vivemos, vale a pena se perguntar, devo aprender a programar? …


No artigo anterior vimos diversas razões positivas para aprender a lógica de programação e até mesmo ser uma pessoa desenvolvedora. Mas existem razões para não adotar essa profissão, como veremos a seguir.

Algumas pessoas defendem que apesar do forte discurso da tecnologia ser a “salvação do planeta” e que todo mundo tem que aprender a programar, isso pode ser parte de um modismo momentâneo. Que, eventualmente, será uma profissão comum como qualquer outra, com o mesmo nível de procura e demanda, salário e benefícios. Nesse sentido vale lembrar que talvez não seja uma profissão tão atraente assim lá na frente.

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Cada vez mais cresce o número de pessoas com estresse e burnout no trabalho ao redor do mundo. O fato de ter passado por essa experiência, além da memória clara de diversos amigos e profissionais na mesma situação têm me motivado a escrever mais sobre o assunto, especialmente por acreditar que o mercado de tecnologia possui um talento especial para produzir tal situação.

“A International Stress Management Association (Isma-BR) estima que 32% dos trabalhadores brasileiros sofram com esse tipo de stress. Em um ranking de oito países elaborado pela Isma-BR, estamos à frente da China e dos Estados Unidos —…


Get started with MobX as your state management library today

hot air balloons in the air
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Photo by Graeme Nicholl on Unsplash

Introduction

A few years ago, I had the challenge to assemble and develop the front end of a product. When I started, I was told that I was supposed to use React, but besides that, I could build however I wanted.

Redux?

Among many other choices I had to make, I had to decide if I would use Redux or not, as well as how I would deal with the data in the application. I was already familiar with Redux and some Flux implementations, as well as their ecosystems, but one thing that has bothered me a little bit was that there…


I am starting a series of articles on architecture of projects, especially Front-End. The posts will have an emphasis on explaining everything “in English”, without so much code. Perhaps, in another moment, the practical part will come up in a series of videos. I will post the texts based on a list of several subjects, from folders and files to versioning, continuous integration and DevOps, not necessarily in that order — and, in the end, I will get everything together in an ordered list. For now, I decided to start with Tests. Leave your suggestions in the comments. :)

Before…


When I worked at Huge, one of the coolest aspects of the job — and one of the things that the team used to like most — was the time set aside to formal learning. Different people participated in the organization of that time, and we tested many different models for it. Eventually, after several rounds of lectures, workshops and free courses, we still missed a direction, mainly about Front-end. Very informally, I started to work on a knowledge map and to speculate about all the different paths we could choose. …


Programming is an exhaustive cognitive activity, and we humans are not machines

Two trails of smoke exiting chimneys.
Two trails of smoke exiting chimneys.
Photo by Pixabay from Pexels.

Note: This article only comprises personal opinions and experiences. It does not aim to give medical or psychological instructions or evaluations.

Programming is an exhaustive cognitive activity, and we humans are not machines.

Logical reasoning is just one function of our brain among others, and like everything else in the world, it can be overused. Could the excessive use of logical reasoning, linked to the poor conditions of the job market and one’s own emotional difficulties, contribute to a gradual worsening of one’s quality of life from both the personal and professional perspectives?

You Are Not a Machine

In my college days, I remember a…


Efetivamente o que acontece quando escrevemos código, navegamos pelo projeto e continuamos construindo funcionalidades e mantendo o software, é que nosso cérebro está aprendendo em algum nível, mesmo que não sejam informações completamente novas:

“Aprender é um processo ativo de filtrar, selecionar, organizar e integrar informações baseadas em um conhecimento anterior” — Aprendizado multimídia de Richard Mayer

Definir padrões de um projeto é facilitar esse processo ativo para os integrantes da equipe. Afinal de contas, você e a equipe vão passar entre 4 a 6 horas por dia, todo dia da semana, por vários meses ou anos olhando e pensando…


Esta série de artigos é para você que está curioso sobre esse mercado e quer saber as possibilidades; já decidiu ser programador, escolheu investir no Front-End, se preparou para dar os primeiros passos e quer saber como entrar e progredir; ou está no mercado de trabalho faz um tempo e quer decidir o próximo passo.

No artigo anterior desta série, vimos uma breve descrição dos lugares onde você pode trabalhar como programador Front-End, quais títulos e cargos pode receber, e como se conhecer melhor pode ajudar a definir a sua carreira.

Neste artigo vamos falar sobre:

  • Formatos de trabalho
  • Salários
Foto de ben o'bro no Unsplash

Formatos de trabalho e renda


Foto de Stas Knop no Pexels

Todos nós temos uma curiosidade incessante e vontade de aprender coisas novas de uma forma divertida. Desde criança, queremos explorar o mundo e tudo que é diferente tem o potencial de ser fascinante. Mesmo adultos, gostamos de aprender “macetes” e formas mais inteligentes de fazer as atividades rotineiras. No mínimo, gostamos de fatos interessantes ou fofocas. Também gostamos de viajar e ampliar os horizontes. Como, depois de alguns anos, acabamos não tendo prazer em fazer nosso trabalho, que apresenta desafios novos a cada dia? Isso é verdade principalmente para quem está no meio da carreira em diante.

Fadiga

No mundo da…

Caio Vaccaro

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